A minha pessoa

Prefiro infinitamente comer a cozinhar, mas desbravo o mundo mágico da cozinha vez ou outra, quando bate coragem ou estou prestes a morrer de inanição. Prazer, meu nome é Milenna Gomes, tenho 25 anos e meu diploma diz que sou jornalista. Fiz este blog para compartilhar minhas desventuras culinárias com pessoas iguais a mim, capazes de tocar o terror com uma colher de pau na mão. Na época, ainda estudava jornalismo, morava com meus pais, fingia que cursava gastronomia (um desastre, só para constar) e trabalhava como repórter no programa Sabor da Gente, da TV Jornal/SBT. Graduação jornalística concluída e gastronômica devidamente abandonada por motivos óbvios, segui minha vida feliz escrevendo aqui, queimando miojo e colocando açúcar em bacalhau.

Hoje, o blog é muito mais sobre os locais que visito do que acerca da minha falta de habilidade na cozinha. Saí da casa dos meus pais, dividi apartamento com amigas e hoje moro com o boy magia. Pelo sentimento mais primitivo do homem, o instinto de sobrevivência, precisei aprender a me virar. 😀

SOBRE O BLOG

– Não faço críticas gastronômicas. Amo, leio e me intero sobre o assunto, mas não tenho cacife para tanto. Escrevo resenhas sobre os lugares que visito e dou minha opinião, baseada unicamente em meus gostos pessoais. Para escrever, levo em consideração preço, serviço, ambiente e, principalmente, comida.

– Meu sonho é enricar para poder ir a todos os restaurantes do mundo pagando do meu bolso e, dessa forma, ser o mais isenta possível nas minhas avaliações. Enquanto isso não acontece, recebo convites de assessorias e dos próprios donos. Nesses casos, não julgo o serviço do local porque sempre vou ser lindamente bem tratada, mas ainda posso falar livremente do preço, ambiente e comida.

– Experiências gastronômicas são muito relativas, gente. Eu posso amar muito um lugar, um prato, um tempero. Você não. E vice-versa. Um restaurante pode ser maravilhoso o ano inteiro, mas justamente no dia da sua visita o garçom descobrir que a mulher está grávida do vizinho. Ou ser ruim até dizer “basta” e me fazer feliz quando eu for. Por isso, vamos trocar ideia. É muito bom e eu estou sempre aberta a receber opinião de qualquer pessoa, já que eu jogo a minha no mundo sem ninguém perguntar. Críticas construtivas sobre o que eu escrevo são muito bem vindas.

– Todos os textos patrocinados são sinalizados como tal. O resto é pitaco meu feito de graça, mesmo. :)))))