Koreatown

O Não Sei Cozinhar é phyno, por isso vai começar a receber posts internacionais. Já que a dona não viaja, ela explora os amigos que estão pelo mundo! Quem escreveu esse texto aí em baixo foi André Amorim (vulgo amebinha of my heart – apelido carinhoso). Ele estuda jornalismo comigo e, no começo do ano, foi aprender inglês pelas bandas do Canadá. Vai ficar lá atééééé só Deus sabe quando. Enquanto isso ele vai (num, vai, Deco?) colaborar com meu humildji blog.

Koreatown por André Amorim

A convite da minha amiga Milenna Gomes, a partir de hoje eu vou estar por aqui no blog Não Sei Cozinhar para contar um pouco das minhas experiências gastrônomicas aqui em Toronto, Canadá. Com cerca de três milhões de habitantes, Toronto é considerada uma das cidades mais multi-culturais do mundo. Aqui você pode encontrar um pedaço de cada país espalhado pelos mais de 200 bairros da cidade. Para nosso primeiro encontro, eu escolhi visitar Koreatown, um dos principais redutos dos imigrantes asiáticos aqui em Toronto.

Com uma vida noturna agitada, Koreatown encanta não somente quem tem os olhos puxados, mas, também, turistas de todas as partes do mundo que visitam o bairro para conhecer as delícias da culinária coreana. Com um sabor bem característico, os principais pratos da culinária coreana são facilmente identificados pelo gosto forte da pimenta vermelha – presença garantida em quase todos os pratos – e pela coloração escura do molho de soja. Mas atenção leitor, caso você não seja muito afeito a pratos apimentados, fique a vontade em pedir o seu menos ‘spicy’. Se você um dia já teve a oportunidade de provar a autêntica comida coreana com certeza deve saber o que eu estou falando.

Acompanhado por uma amiga coreana, decidimos pedir bulgogi, um prato não tão conhecido como kimchi ou topboki, mas com um sabor delicioso. Os coreanos costumam chamar esse tipo de comida de ‘slow food’, por conta do tempo de preparo ser de cerca de 40 minutos. Por mais que eu tenha falado que esse é o tempo normal para o preparo de um prato na cozinha brasileira, eles insistem em se referir ao preparo da comida coreana como ‘slow food’. O bulgogi que pedimos, por sua vez, demorou apenas cerca de 15 minutos para ficar pronto. Muito simples, o prato é basicamente composto por carne vermelha e vegetais.

Entre os ingredientes estão cogumelos, tofu, cebola, espinafre e alguns outros vegetais que nem mesmo a atendente soube explicar do que se tratava. Para acompanhar o bulgogi decidimos tomar soju, uma tradional bebida destilada feita com arroz e em grande parte produzida na coreia. Para aqueles que não conhecem a bebida, os garçons costumam descrevê-la como a vodka coreana, sendo que com um teor alcoólico que varia de 20% a 40%.

Enquanto nos deliciávamos, aproveitei para aprender um pouco mais de coreano. Convivendo com tantos estudantes da Coreia do Sul é inevitável que você acabe aprendendo coisas simples como anhô, que quer dizer “olá”, deilbá, que significa “até logo”, e a aprender a dizer como você se chama, no meu caso “na num André iá”, que significa “meu nome é André”.

Meu comentário

Deu para perceber que nosso correspondente não é um fotógrafo muito bom, né? A foto mais bem tirada, a primeira, é de um amigo dele. Entrego logo! kkkk O Burgogui é muito mais saboroso do que aparenta nessas imagens. Inclusive, Deco e eu tivemos uma briga homérica – que reuniu coreanos enfurecidos em frente a uma webcam no Canadá – sobre o bendito nome desse prato: o Bulgogi/Burgogui. Acho que é a segunda opção. Já comi e é uma delícia. E a coreana (jornalista e moradora de Recife há 40 anos) que me serviu tem um restaurante cuja especialidade é essa comida típica. Tem para todos os gostos. Provei o de carne, mas no cardápio estão camarão, frango e shitake. Quem ficou com água na boca, corre lá para experimentar.

Serviço

Restaurante Burgogui – Rua Venezuela, 153. Espinheiro. (Pertinho da Rua da Hora)

Telefone: 3423-0692

Ah, thanks, Amebinha. Estou esperando ansiosa pelas próximas colaborações. :*

 

A convite da minha amiga Milenna Gomes, a partir de hoje eu vou estar por aqui no blog Não Sei Cozinhar para contar um pouco das minhas experiências gastrônomicas aqui em Toronto, Canadá. Com cerca de três milhões de habitantes, Toronto é considerada uma das cidades mais multi-culturais do mundo. Aqui você pode encontrar um pedaço de cada país espalhado pelos mais de 200 bairros da cidade. Para nosso primeiro encontro, eu escolhi visitar Koreatown, um dos principais redutos dos imigrantes asiáticos aqui em Toronto. Com uma vida noturna agitada, Koreatown encanta não somente quem tem os olhos puxados, mas, também, turistas de todas as partes do mundo que visitam o bairro para conhecer as delícias da culinária coreana. Com um sabor bem característico, os principais pratos da culinária coreana são facilmente identificados pelo gosto forte da pimenta vermelha – presença garantida em quase todos os pratos – e pela coloração escura do molho de soja. Mas atenção leitor, caso você não seja muito afeito a pratos apimentados, fique a vontade em pedir o seu menos ‘spicy’. Se você um dia já teve a oportunidade de provar a autêntica comida coreana com certeza deve saber o que eu estou falando. Acompanhado por uma amiga coreana, decidimos pedir bulgogi, um prato não tão conhecido como kimchi ou topboki, mas com um sabor delicioso. Os coreanos costumam chamar esse tipo de comida de ‘slow food’, por conta do tempo de preparo ser de cerca de 40 minutos. Por mais que eu tenha falado que esse é o tempo normal para o preparo de um prato na cozinha brasileira, eles insistem em se referir ao preparo da comida coreana como ‘slow food’. O bulgogi que pedimos, por sua vez, demorou apenas cerca de 15 minutos para ficar pronto. muito simples, o prato é basicamente composto por carne vermelha e vegetais. Entre os ingredientes estão cogumelos, tofu, cebola, espinafre e alguns outros vegetais que nem mesmo a atendente soube explicar do que se tratava. Para acompanhar o bulgogi decidimos tomar soju, uma tradional bebida destilada feita com arroz e em grande parte produzida na coreia. Para aqueles que não conhecem a bebida, os garçons costumam descrevê-la como a vodka coreana, sendo que com um teor alcoólico que varia de 20% a 40%. enquanto nos deliciávamos, aproveitei para aprender um pouco mais de coreano. Convivendo com tantos estudantes da coreia do sul é inevitável que você acabe aprendendo coisas simples como anhô, que quer dizer “olá”, deilbá, que significa “até logo”, e a aprender a dizer como você se chama, no meu caso “na num André iá”, que significa “meu nome é André”.

Milenna Gomes

Criadora do NSC, Milenna é jornalista de gastronomia e mestranda em história da alimentação na Universidade de Coimbra. Recifense vivendo em Portugal. Críticas e sugestões: contato@naoseicozinhar.com

5 Comentários

  • Responder março 23, 2011

    SARAH JÉSSICA LIMA

    Que massa!!!!
    Amo vcs!

    bjus

  • Responder março 23, 2011

    Kamila Nunes

    Simplesmente AM-EI a colaboração de Deco! 🙂 Muito bom mesmo! Parabéns pros dois.. Lindo o blog, Milenna!

  • Milenna Gomes
    Responder março 23, 2011

    milenna__

    I love you too, Sarah Jéssica. ♥

    E brigada, Kamila! Aceito colaborações, viu?

    Beijo para as duas.
    :*

  • Responder março 24, 2011

    Aline Souza

    Que maaaaaaaaaaaaaaaaassa!!!!!!!!!!!!!!
    A mais nova colunista da cidade!!! ♥♥♥♥

    Baphooooooo!!!

  • Responder agosto 9, 2011

    Alice

    tipo, o Burgogui é sensacional!!!!

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